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Projecto de Investimento  

 

 

 

 

 

Région du Portugal

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Location de vacances au Portugal

 

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Avec 800 km de plage et 300 jours de soleil par an le Portugal est la destination idéale pour les vacances.
Le Portugal a des paysages splendides, des sites du Patrimoine Mondial, et des traditions régionales et gastronomiques. Le pays n'est pas très étendu, ce qui permet de goûter un peu à tout. Depuis le Nord verdoyant et magnifique avec ses coutumes rurales souvent déconcertantes, en passant par le Centre et ses nombreux monuments et la brillante capitale Lisbonne, jusqu'au Sud et les plages dorées de l'Algarve.

 

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Jour d'Arrivée :ex : 26/01/2006

 

 

 

Période du sejour:

 

 

 

Région :

 

 

 

Nombre pers (Facultatif) :

 

 

 

Nom de location (Facultatif) :

 

 

 

Situation :

 

 

 

Avantages :

Piscine
Vue sur la mer

Chauffage
Internet

 

 

 

 

 

 

A transformação de uma ideia de negócio numa empresa depende sobretudo, da capacidade empresarial do promotor e do apoio  de um Gabinete de Projectos de Investimento. O futuro empresário deverá recorrer a especialistas para saber como criar uma empresa e para elaborar o respectivo projecto de investimento. Os economistas informam os promotores do projecto das vantagens e das dificuldades de criar uma empresa, dos aspectos legais da constituição das empresas e ainda dos benefícios de recorrer aos fundos comunitários.

 

 

 

 

Nos últimos anos Portugal tem beneficiado dos apoios de vários fundos e programas comunitários:

Essas ajudas integraram-se no I Quadro Comunitário de Apoio de 1989 a 1993. Em Fevereiro de 1994, foi assinado com a Comunidade o II Quadro Comunitário de Apoio(QCA II). As principais áreas a financiadas  pelo QCAII foram os investimentos em recursos humanos, em infraestruturas de apoio ao desenvolvimento, de promoção da qualidade de vida e do desenvolvimento regional

 

 

No ano 2000 entrou em vigor o III Quadro Comunitário de Apoio(QCA III- 2000-2006), onde se insere o Plano Operacional da Economia.

 

O POE  está dividido em três eixos:

 

1.       Actuar sobre os factores de competitividade da empresa

Medida 1.1- Promover pequenas iniciativas empresariais (SIPIE)

Medida1.2- Favorecer estratégias empresariais modernas e competitivas(SIME)

 

2.       Promover áreas estratégicas para o desenvolvimento

3.       Melhorar a envolvente empresarial

 

Concentremos a nossa atenção no SIPIE(Sistema de Incentivos às Pequenas Iniciativas Empresariais)

 

O SIPIE -    visa o apoio a pequenos projectos, da iniciativa de micro ou pequenas empresas, com investimento elegível entre 15 mil e 150 mil euros (3 007 contos e 30 072 contos, respectivamente) e cuja actividade se insira nos sectores da indústria, comércio, construção, turismo ou serviços.

A taxa de apoio será de 40% sobre o investimento considerado elegível, com um acréscimo de mais 5% se o "Responsável do Projecto" (ver ponto I 2.5)  reunir as condições previstas para ser considerado como "Gestor do Investimento".

O incentivo a conceder assume a modalidade de incentivo não reembolsável.

O promotor que vier a ser beneficiado pela concessão de incentivo ao abrigo deste sistema fica condicionado a um limite máximo de 100 000 euros (20 048 contos), por empresa beneficiária, durante um período de três anos a contar da data de homologação do 1º incentivo. Esta regra aplica-se ao conjunto dos apoios recebidos, no âmbito deste ou de outros sistemas, que apresentem também este limite.  

 

  São objectivos do SIPIE:

o       Promover ganhos sistémicos de competitividade nas pequenas e microempresas, designadamente através do reforço da sua capacidade técnica e tecnológica e da modernização das estruturas;

o       Promover o investimento em áreas da empresa que potenciem os factores de competitividade, nomeadamente nas áreas de organização e gestão; qualidade; ambiente, segurança, e higiene; e inovação tecnológica, incluindo racionalização energética.

 

Poderão ser apoiados projectos de criação ou de desenvolvimento de micro ou pequenas empresas, cujos projectos de investimento incidam nas actividades seguintes (classificadas de acordo com a Classificação Portuguesa das Actividades Económicas - Rev. 2, Dec-Lei 182/93 de 14 de Maio):

INDÚSTRIA - divisões 10 a 37 da CAE ; com excepção dos investimentos apoiáveis pelo FEOGA nos termos do protocolo a estabelecer entre os Ministérios da Economia e da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas.

CONSTRUÇÃO - divisão 45 (Construção) da CAE;

COMÉRCIO - divisões 50 (Comércio e Reparação de Automóveis e Comércio a Retalho de Combustíveis), 51 (Comércio por Grosso) e 52 (Comércio a Retalho e Reparação de Bens Pessoais e Domésticos) da CAE;

TURISMO - grupos 551 (Estabelecimentos Hoteleiros), 552 (Parques de Campismo e outros locais de alojamento de curta duração), 553 (Restaurantes), 554 (Estabelecimentos de Bebidas), 633 (Agências de Viagem e de Turismo) e 711 (Aluguer de Veículos Automóveis) da CAE;

Poderão ser abrangidas, desde que consideradas com interesse para o turismo, pela Direcção Geral do Turismo, as classes 9232 (Gestão de Salas de Espectáculo e actividades conexas), 9233 (Parques de Diversão), 9234 ( Outras Actividades de Espectáculos), 9261 (Gestão de Instalações Desportivas), 9262 (Outras Actividades Desportivas) e 9272 (Outras Actividades Recreativas), e as subclasses 93041 (Termalismo) e 93042 (Manutenção Física) da CAE;

SERVIÇOS - divisões 72 (Actividades Informáticas e Conexas), 73 (Investigação e Desenvolvimento), 74 (Actividades e Serviços Prestados principalmente às Empresas) e 90 (Saneamento e Higiene Pública), grupos 631 (Manuseamento e Armazenagem), 632 (Outras actividades auxiliares dos transportes) e 634 (Actividades dos agentes transitários, aduaneiros e similares de apoio ao transporte), classes 9301 (Lavagem e limpeza a seco de têxteis e peles), 9302 (Actividades de Salões de Cabeleireiros e Institutos de Beleza) e 9211 (Produção de Filmes e de Vídeos e Actividades Técnicas de Pós-Produção) e subclasses 01410 (Actividades dos serviços relacionadas com a agricultura), 02012 (Exploração florestal), 02020 (Actividades dos serviços relacionados com a silvicultura e a exploração florestal), 60211(Transporte urbano e local por metropolitano, eléctrico, troleicarro e autocarro), 60212 (Transporte interurbano em autocarros), 60220 (Transporte ocasional de passageiros em veículos ligeiros) e 60240 (Transportes Rodoviários de Mercadorias).

As actividades incluídas nas divisões 74 (Actividades e Serviços Prestados principalmente às Empresas) e 90 (Saneamento e Higiene Pública) poderão ser abrangidas, desde que visem serviços para os quais exista oferta insuficiente e que apoiem a eficiência e a competitividade das empresas.

 

No caso de o projecto se enquadrar em outro sector de actividade, não mencionado, deverá fundamentar previamente a sua proposta à entidade gestora.

 

As entidades responsáveis pela gestão do SIPIE são o Instituto de Financiamento e Apoio ao Turismo - IFT, para os projectos do sector do Turismo, e o - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento - IAPMEI, para os projectos dos restantes sectores de actividade

 

  Empresários e Pequenas Empresas

 

A candidatura é constituída por:

·        Formulário de Candidatura

o        Dados Gerais da Candidatura

n         Dados do promotor: Identificação do promotor, o CAE e a designação da actividade  económica, os participantes no capital do promotor, apoios financeiros no âmbito do QCA III.

n        Dados do projecto:  Descrição do projecto, Investimento e Calendarização, localização e responsável pelo projecto

n        Condições de elegibilidade:   do promotor e do projecto.

o       Caracterização do Promotor

n        Evolução da empresa

n        Produtos/Mercadorias/Serviços e Mercados

o        Caracterização do Projecto

n        Objectivos

n        Impacto do projecto na actividade da empresa

n        Justificação da localização escolhida

n        Financiamento do projecto

n        Fundamentação das fontes de financiamento

o        Quadros: Balanço histórico da empresa, Demonstrações de resultados históricos e previsionais da empresa, criação de postos de trabalho

O Formulário de Candidatura poderá ser enviado pela Internet uma vez concluído o preenchimento deste formulário electrónico. Poderá ainda ser apresentado nos postos de atendimento competentes do Ministério da Economia.

·        O Dossier de Candidatura ,

        Neste  Dossier deverá constar:

    - Documentos comprovativos da elegibilidade: as declarações e as demonstrações referentes às condições de elegibilidade, do Promotor e do Projecto;

    - Os elementos de fundamentação do investimento  e pressupostos que presidiram à sua definição: Facturas pró-forma, orçamentos, contratos, escritura.

O Dossier de Candidatura  ficará em poder do promotor, para consulta dos técnicos da entidade gestora e deverá estar constantemente actualizado com os últimos documentos exigíveis, à medida que o projecto de investimento é executado. Estes documentos poderão ser solicitados pela entidade gestora, em qualquer fase da análise, da contratação, da execução ou da verificação do projecto.

O Formulário pode ser entregue em suporte papel ou em formato electrónico (CD-ROM ou via internet).

 


 

 

O  CD que contêm o formulário electrónico pode ser adquirido no Gabinete do Gestor POE –Rua Rodrigues Sampaio, 13, 1169-028- Lisboa

 

Informações:

 

(Telf: 213155548, e-mail: gab@poe.min-economia.pt

www.poe.min-economia.pt

 

 

 

Projecto : Posto de Abastecimento  Joaquim Peres

 

 

1 - BREVE DESCRIÇÃO DA ACTIVIDADE A DESENVOLVER

1.1 - Identificação da Empresa

 

1.1.1– Denominação

Joaquim  Ribeiro Peres

 

1.1.2- Sede Social

Valverde- 2025-Alcanede

 

1.1.3- Estrutura Jurídica

                   Comerciante em nome individual

 

1.1.4 - Actividade

O comerciante tem como actividade principal o comércio retalhista de combustíveis para veículos motorizados. Actividade registada no Instituto Nacional de Estatística com o CAE 50500. O negócio envolve actividades mais diversas, tais como:

 

q        Abastecimento de combustíveis

q        Área de lavagem e conservação auto

q        Serviço de Snack-Bar

 

1.1.5- Capital  

 

O comerciante possuía no início de 1998 um capital próprio de 35 126000$

 

1.2 - Elementos Curriculares dos Promotores do Projecto e  dos Responsáveis

 

O promotor do projecto Joaquim Ribeiro Peres de 35 anos desenvolve a actividade empresarial  desde 1989 com a criação de gado bovino para abate, funcionando como empresário em nome individual.

Possui o 7ºAno de Escolaridade e no ano de 1987 frequentou um curso para jovens empresários e que por sua vez constituiu um incentivo para iniciar a sua actividade profissional.

 

No início da década de 90 diversifica a sua actividade para a comercialização de combustíveis implantando um Posto de abastecimento através de um contrato com a PetroIbérica.

O promotor do projecto revela uma certa apetência em termos comerciais, como se  comprova pelo crescimento sustentado da sua actividade de comercialização de combustíveis.

 

1.3 -Evolução histórica dos últimos dois anos

 

 

Da análise dos elementos históricos da empresa nos anos de 1996 e 1997, que se anexam, são de realçar os seguintes aspectos:   

As existências têm o maior peso na estrutura do Activo, o que está dentro da normalidade em virtude da empresa proceder à venda de grandes quantidades de combustíveis. Contudo registou-se uma ligeira descida no Imobilizado corpóreo líquido, embora o imobilizado corpóreo bruto tivesse aumentado ligeiramente. Em 1998 houve um aumento do Imobilizado corpóreo, resultante da política de modernização que a empresa seguiu. Para o ano de 1999 e seguintes, devido à acção do presente projecto a empresa vai aumentar substancialmente o seu Imobilizado, em consequência da remodelação e ampliação de instalações e da aquisição de novos equipamentos.

 

A empresa registou um crescimento  das vendas de 1996 para 1997, passou de 222 mil contos para 256 mil contos, e que está de acordo com a política de vendas previamente definida. A empresa  teve um lucro de 1735 contos  em 1996  e de 937 contos em 1997 em consequência do aumento  das vendas.

Por ultimo, podemos verificar que a empresa está numa fase de lançamento  tendo uma situação financeira estável , tal como se pode comprovar pelo Balancete de Dezembro de 1998. A situação económica e financeira da empresa melhorará com as alterações a efectuar e resultantes do presente projecto de acordo com os indicadores económicos incluídos no estudo financeiro, encontrando--se o cash-flow de exploração e a tesouraria liquida em níveis bastante satisfatórios.

 

 

2 - MEIO ENVOLVENTE

2.1 - A região onde  o projecto se insere

 

 O Posto de Abastecimento fica localizado em Valverde- Alcanede a 30 Km de Santarém. Região muito antiga que tem sido povoada desde que os homens procuram lugares para viver.

   O Concelho de Santarém insere-se na região Lisboa e Vale do Tejo que por sua vez  abrange a

·     Lezíria do Tejo(Concelhos de Santarém, Almeirim Rio Maior...)

 

A evolução da população portuguesa nas últimas décadas ficou marcada por um crescimento assimétrico que reforçou o peso demográfico das regiões do litoral e a desfavor do resto do País como se comprova no mapa seguinte. A litoralização é um factor de progressiva concentração de população e de actividades económicas, contribuindo desta forma para acentuar as disparidades regionais(económicas, sociais e culturais ) que desde longa data  identificaram Portugal.

 

Em 1994 74,2% dos 9 415 000 habitantes residentes no Continente concentravam-se nos distritos do litoral e em especial nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto. Estas áreas ocupam menos de 5% da superfície do  Continente e detêm 39% da população.

Assim as grandes disparidades regionais de distribuição espacial da população e das actividades económicas podem ser visualizadas através de vários indicadores demográficos, económicos, sociais, saúde e culturais e onde se incluem o poder de compra, a densidade populacional, a produção industrial, o número de lojas comerciais, o número de viaturas pesadas e o nº de automóveis. Indicadores de grande utilidade para o estudo de mercado.

O distrito de Santarém é de forte concentração populacional e empresarial e regista uma densidade média superior à registada no Continente.

 

 

 

O Distrito de Santarém que em 1960 contava com 461707 habitantes residentes até 1996 perdeu 16737 dos seus efectivos, já que nesse ano apenas registava 444 970 e que corresponde a diminuição populacional de 3,6%. Por outro lado, o próprio centro urbano de Santarém teve, no mesmo período de tempo, um aumento populacional de 43,9% passando os seus efectivos residentes de 16 449 para 24 678. Paralelamente a esta evolução populacional positiva na cidade e freguesias, houve alteração na estrutura demográfica em termos de envelhecimento populacional.

A análise da distribuição da população  activa por sectores indica que na região Lezíria e Vale do Tejo, o sector de serviços absorve 45,4% dos activos e a indústria 32,7%. Por outro lado a agricultura absorve 21,8%.

 

 

               

 

 

A proximidade de Lisboa marca profundamente o desenvolvimento e a vida social e económica de Santarém. Embora muita gente se desloque diariamente para Lisboa para trabalhar, Santarém oferece postos de trabalho, sobretudo nos sectores terciário. A cidade dispõe de importante pólo universitário representados por Institutos Politécnicos com mais de 4 mil alunos. Os cursos aí ministrados procuram formar quadros capazes de satisfazer as necessidades das empresas aí instaladas, sem esquecer a formação agrícola. A Escola Agrícola de Santarém  é uma das mais antigas do País

 

O Turismo é um sector em expansão. As feiras nacionais de Agricultura e de Gastronomia levam à cidade muitos forasteiros, potenciais clientes do comércio local. No contexto nacional, a zona tem um peso significativo no turismo.

 

O tecido empresarial do Distrito é constituído sobretudo por pequenas e médias empresas nos ramos agrícola, extracção e trabalhos de pedra e nas diversas indústrias e que têm sido pólos de atracção  para a absorção de mão de obra e como factores dinamizadores do desenvolvimento da região. As acessibilidades da região onde o Posto de Abastecimento de Joaquim  Peres se localiza são mais um factor de dinamização. O Posto de Abastecimento localiza-se no meio de uma área agrícola e junto às pedreiras da serra de Aire em que os seus agentes económicos são os principais clientes.

 

 

2.2- Actividades e Mercados a Desenvolver

 

2.2.1 - Breve Introdução ao Sector de Actividade

 

O vertiginoso crescimento do consumo de energia, constitui um dos aspectos mais característicos da vida moderna. A indústria, os transportes, a agricultura e as actividades terciárias e domésticas consomem incalculáveis e sempre crescentes quantidades de energia. Este aumento de consumo de energia é o resultado da conjugação de vários factores como o desenvolvimento industrial e dos transportes, do crescimento da população e do melhor nível de vida  das populações.

 

Portugal, embora desfasado no tempo em relação aos países mais desenvolvidos, acompanhou o crescimento brutal do consumo de energia sobretudo após 1970, como se pode comprovar pela  evolução do consumo de energia primária em Portugal e do consumo de energia per capita. O aumento de consumo de energia per capita passou de 6,3 milhões de TEP (Tonelada-Equivalente-petróleo- Quantidade de energia libertada pela combustão de uma tonelada de petróleo) em 1971 para 18,3 milhões em 1994.

 

No contexto da União Europeia Portugal apresenta o mais baixo consumo de energia per capita, o que revela o nosso atraso socioeconómico.

  

 

 

 

No plano do consumo sectorial, a primazia vai para a indústria que absorve quase metade (45,6%) do total da energia consumida em Portugal, seguida dos transportes e do sector doméstico.

Portugal é muito pobre em recursos energéticos. As reservas de carvão são muito modestas e não há extracção de petróleo. Resta a Portugal a energia hídrica como principal recurso. Quanto às energias alternativas(eólica, solar...) embora Portugal possua boas condições está, ainda, numa fase de experimentação e desenvolvimento.

 

A pobreza em recursos energéticos sobretudo em combustíveis fósseis obriga à sua importação com consequências negativas na balança comercial e por outro lado faz aumentar a taxa de dependência energética, uma das mais elevadas da Europa.

 

 

         

 

 

 

Dentro das fontes de energia, o petróleo pelos derivados que produz, é aquele que nos interessa para o projecto em causa. Como Portugal não tem petróleo, a dependência externa em relação a esta fonte energética é total .

 

Em 1994  Portugal importou cerca de 14,1 milhões de toneladas de petróleo correspondentes a 71,3% da energia primária consumida no País e que custaram 305 milhões de contos.

 

Quanto ao consumo sectorial dos combustíveis derivados de petróleo(gasolina, gasóleo...) destacam-se os transportes rodoviários(31% do consumo total) e as industrias transformadoras(29,4%). A agricultura e pescas consomem 8%.

 

Por regiões o consumo é maior nas zonas do litoral e nas zonas industriais. O Distrito de Santarém tem uma posição intermédia. As industrias, as pedreiras e as explorações agrícolas existentes possibilitam que haja um aumento das necessidades de gasóleo, gasolina e de outros derivados e por consequência um aumento da necessidade de Postos de Abastecimento na zona.

As vendas de combustíveis em  Portugal tem aumentado ao longo dos anos fruto do crescimento do nº de automóveis, tractores, viaturas pesadas. As vendas de combustíveis, como se verifica no mapa seguinte, tem um peso significativo dentro do contexto da zona Lisboa e Vale do Tejo

 

A utilidade dos combustíveis passa, como é evidente pela sua distribuição. A implementação de Áreas de serviço têm contribuído nos últimos anos para uma melhor utilização dos combustíveis e que tem vindo ao encontro das necessidades dos principais consumidores: os automobilistas, industriais, serviços públicos, agricultores. Têm surgido por todo o  País diversas Áreas de Serviço concessionárias ou não de grandes empresas como GALP, Mobil, BP. Repsol, Cipol, Shell e Petroibérica. O  aparecimento das novas Áreas de Serviço estão inteiramente ligadas ao aumento do parque automóvel e ao desenvolvimento da rede viária, temas a analisar no ponto 2.2.3-Principais Clientes e Mercados.

 

 

 

2.2.2 -Serviços a prestar

 

O negócio com as características da Área de Serviço do Sr. Joaquim Ribeiro Peres agrupa actividades muito diversas e interrelacionadas :

 

·     Serviço de Snack- Bar

·     Área de lavagem e conservação auto

·     Abastecimento de combustíveis

Ø      Gasóleo

Ø      Gasolina super

Ø      Gasóleo agrícola

Ø      Lubrificantes

Ø      GPL

  

 

2.2.3 - Principais clientes e mercados

 

A análise do mercado de combustíveis pode ser esquematizado em vários níveis

 

 

 

 

 

 

Os principais clientes efectivos e potenciais da Área de Serviço do Sr.Joaquim Ribeiro Peres são:

 

 

·     Fornecimento de combustíveis

Agentes económicos da região, especialmente cerca de 300 pedreiras e agricultores da zona. O Posto abastece cerca de 350 viaturas pesadas das pedreiras, os tractores e carrinhas de 50 agricultores da zona.

·     Serviços de bar

Os trabalhadores agrícolas e das pedreiras e os ocupantes dos carros particulares

·     Lavagens

Incluem-se neste segmento de mercado, não só os carros particulares como as viaturas das empresas da zona.

 

 

A instalação do serviço de lavagens e o aumento do bar, vertentes do presente projecto, serão segundo o promotor mais um pólo de atracção e complementar do abastecimento de combustíveis.

 

O mercado alvo do Posto de Abastecimento são as empresas de extracção e tratamento de pedra e os agricultores, que pelo seu número são uma das prioridades do empresário Joaquim Ribeiro Peres. Contudo o mercado particular constituído pelos automóveis familiares é outro mercado que não é esquecido.

Uma vez que não pode atingir todos os potenciais compradores do mesmo modo, sobretudo por questões de eficiência, o mercado é segmentado por tipo de cliente, tendo em conta a quota parte dos combustíveis para as vendas totais: 80% do gasóleo, e 20 % para a gasolina super e sem chumbo. A estratégia a seguir assentará nos objectivos, valores defendidos e na capacidade de gestão de Joaquim Peres e, estará condicionada pela evolução dos vários segmentos de mercado em resultado da conjugação de vários factores.

 

Neste tipo de actividade, em análise neste projecto, no estudo de mercado  consideram-se  4 vertentes fundamentais:

 

·Evolução da população em termos qualitativos e quantitativos e que passa pela quantificação da população total, distribuição da população por sectores, pela densidade populacional, taxa de urbanização, aumento do poder de compra etc.

 

·Desenvolvimento das actividades económicas   

        e pela estrutura empresarial.

 

·Desenvolvimento dos transportes

      acessibilidades/   Alargamento da rede viária

 

·Crescimento do parque automóvel

 

que devem ser analisadas com o objectivo de quantificar o mercado potencial de combustíveis(gasolina, gasóleo....), a apresentar no estudo financeiro e que sirvam de apoio para o desenvolvimento da Área de Serviço de Joaquim Peres.

 

 

    Passemos à sua análise sumária.


O mapa seguinte,  referente à localização das cidades portuguesas, põe em evidência o grande contraste entre o Norte e o Sul e o litoral e o interior. Assinale-se  que a concentração populacional das principais cidades do litoral se agravou nos últimos anos pela melhoria substancial da rede viária sobretudo nas regiões servidas no IP(Intenerários Principais) e no IC(Intenerários Complementares).

 

 

 

É normal, nos dias de hoje, os movimentos pendulares diários de vários profissionais que se deslocam das cidades como Lisboa e Porto para a periferia. Por outro lado a forte concentração da população e o custo dos terrenos e das habitações nas cidades de Lisboa e Porto tem conduzido ao seu descongestionamento em especial no aspecto demográfico e económico(instalações industriais e comerciais), o que tem desencadeado um movimento divergente para a periferia e para as cidades mais próximas como é o caso de Santarém. Por estas e por outras razões as cidades de Lisboa e Porto tem vindo a perder população nos últimos 15 anos.

 

No que diz respeito à evolução da população a zona da Lezíria do Tejo tem sofrido um aumento lento ao longo dos anos.

 

 

Em termos gerais, não se poderá afirmar que a zona circundante a Santarém, onde se inclui Valverde/Alcanede, seja uma zona de concentração populacional, ao contrário do que acontece na própria cidade de Santarém. Contudo a densidade do concelho como se verifica está acima da média  verificada em Portugal.

 

 

População     

1996

 

 

 

 

 

 

 

Zona

População   residente

Nº de freguesias

Densidade populacional

 

Portugal

9934110

4222

108

 

Lisboa e Vale do Tejo

3313450

519

277,7

 

Lezíria do Tejo

230370

91

54

 

Almeirim

21370

4

96

 

Rio Maior

20050

14

73

 

Santarém

60910

28

109

 

 

 

 

 

 

 

Em termos empresariais, verifica-se um aumento das unidades produtivas e uma renovação das já existentes , em especial na agricultura, na pecuária, na extracção de pedra e no seu tratamento e que tem efeitos induzidos noutras actividades, onde se integra o comércio e as distribuidoras de combustíveis.

 

Olhando para a realidade industrial do País, verifica-se que o distrito de Santarém  pertence a uma das regiões mais industrializadas: Lisboa e Vale do Tejo. Região industrial que mais contribui para o VAB e para o PIB  industriais. Por outro lado o Distrito de Santarém possui muitas unidades produtivas distribuídas por vários ramos económicos: pecuária, agricultura, indústria extractiva e tratamento da pedra.

 

Para este dinamismo concorrem diversos factores, em grande parte ligados à grande metrópole urbana que é Lisboa e a sua periferia. Entre eles destacam-se o vasto mercado regional, a localização em relação aos principais mercados mundiais e a oferta de diferentes infraestruturas de transporte, assim como de ensino, formação profissional e a investigação científica e tecnológica.

 Em Portugal, o inegável desenvolvimento nos últimos anos dos serviços de transporte, em particular da rede rodoviária e o crescimento do parque de viaturas ligeiras e pesadas, tem  vindo a fazer efeitos induzidos muito positivos sobre o tecido económico e social, essencialmente pela melhoria de acessibilidade interna e externa.

Em 1996 do trafego interno de mercadorias medido em toneladas transportadas, cerca de 93,3% pertencem à rodovia e tem vindo a crescer. O mesmo acontece com o transporte de passageiros. O transporte de rodovia é o meio de transporte que melhor se adequa  ao transporte de mercadorias uma vez que  pode assegurar a entrega rápida e seguir intenerários flexíveis, apesar de, em alguns casos ter custos elevados em consequência do elevado consumo de combustível.

A rede rodoviária conheceu um crescimento verdadeiramente explosivo, associando hoje um papel de primeira grandeza no tráfego de mercadorias, de passageiros, quer interno quer externo.

 

A rede rodoviária e a intensidade de circulação apresentam grandes contrastes regionais como se pode comprovar no mapa  anterior. A rede é mais densa no litoral a norte do Sado(+ de 20 Km por 100 Km2) que corresponde exactamente à área de maior concentração demográfica e de maior desenvolvimento económico e social. É ali que a circulação é mais intensa, em especial nas AML e na AMP e à volta das restantes cidades principais como Setúbal, Braga, Coimbra, Aveiro e Santarém.

 

A  rede rodoviária actual sofreu nos últimos anos um grande incremento.

 

 

A partir dos meados do século  XIX, altura em que Portugal contava apenas com  218 Km de estradas pavimentadas, incrementou-se a construção de novas estradas e nos fins do século, a rede viária nacional contava já com 14 000 Km. Em 1945, visando dotar a rede viária de condições de modo a poder responder ao aumento do trafego automóvel foi implantado o primeiro grande Plano Rodoviário Nacional que teve um impacte positivo na rede viária. Em 1952 a rede viária abrangia   29 000 Km e em 1974 atingiu cerca de 34 000 Km.

 

Mas é com o Plano Rodoviário Nacional de 1985, largamente financiado pelos fundos comunitários que a rede rodoviária conheceu o seu maior desenvolvimento aumentando as acessibilidades

 

 

 

Em 1986 Portugal dispunha apenas de 196 Km de autoestrada, mas em 1995 atingiam mais de 700 Km, esperando-se que no ano 2010 seja de 3000 Km.

Em 1996 a rede total em Portugal era de 9742 Km, 1991 Km em Lisboa e Vale do Tejo e 493 Km na Lezíria

do Tejo .

 

Em termos regionais, como se comprova pelos mapas anteriores, a zona onde se localiza o Posto de Abastecimento de Joaquim Peres, está inserida numa área de forte densidade rodoviária e com bons níveis de acessibilidades o que lhe dá vantagens em termos de vendas e de aumento do mercado, principalmente em relação aos clientes de viaturas ligeiras, uma vez que o mercado dos tractores agrícolas e das viaturas pesadas das pedreiras está assegurado.

 

O parque automóvel português tem também conhecido um crescimento verdadeiramente espectacular nas últimas décadas e é mais uma vertente a ter em conta no estudo de mercado. Em 1960 existiam cerca de 180 mil  automóveis ligeiros de passageiros e cerca de 58 mil veículos de mercadorias e autocarros.

De acordo com o gráfico seguinte, em 1996 contavam-se 2,7 milhões dos primeiros e cerca de 930 mil dos segundos. Esse crescimento é uma consequência do desenvolvimento económico de Portugal, do progressivo afastamento entre centros produtores e consumidores, e  da melhoria do nível de vida das populações.

 

 

 

 

 

O parque automóvel distribui-se também de uma forma desigual pelo território. Os ligeiros de passageiros e comerciais predominam na  AML.

 

 

 

 

O Distrito de Santarém ocupa uma posição imediatamente a seguir às grandes áreas metropolitanas.

 

 Se analisarmos a distribuição de automóveis ligeiros por 1000 Habitantes verifica-se que no distrito de Santarém os valores estão entre os 24 e os 28 automóveis ligeiros por 1000 habitantes.

 

Para além dos automóveis, há outros equipamentos, em especial na agricultura e nas pedreiras que podem usar combustível: tractores, motocultivadores, ceifeiras debulhadoras e enfardadeiras. Potenciais utilizadores de uso frequente nesta zona agrícola.

 

Equipamento                                 Nº Explorações         

Tractores                                                    1375                                       

Motocultivadores                                          319

Enfardadeiras                                               181

Ceifeiras Debulhadoras                                   87

 

 

 

  

Paralelamente a toda esta caracterização quer da indústria, quer dos transportes e quer dos transportes, o desenvolvimento agrícola, da pecuária e da extracção de pedra no distrito de Santarém pressupõem um aumento do mercado potencial de combustíveis, abrindo boas perspectivas em termos de mercado, para os diversos Postos de Abastecimento espalhados pelo País e em especial, para a Área de Serviço de Joaquim Peres.

Constata-se que o presente projecto de ampliação e modernização da Área de Serviço de Joaquim Peres, embora esteja a 80 Km de Lisboa e a 30 Km de Santarém e no eixo Santarém -Acanede-Valverde, tem viabilidade económica em consequência da elevada procura de combustíveis existente, por parte das pedreiras e das unidades agrícolas e de criação de gado.

 

 

2.2.4 -  Preços a praticar

 

 

Os preços a praticar pelo comerciante Joaquim Peres, em especial nos combustíveis, lubrificantes e produtos de higiene para conservação das viaturas serão obrigatoriamente os constantes na tabela própria emitida para o sector. No serviço de restauração os preços dos produtos serão variáveis e flexíveis. Os referidos preços figuram no respectivo estudo financeiro.

 

2.2.5 - Canais de distribuição e Concorrência

 

O Sr.Joaquim Ribeiro exerce o comércio retalhista que depois de se abastecer através da Petroibérica, vende directamente ao público consumidor.

Em termos de concorrência, temos de considerar alguns postos de abastecimento, nomeadamente em Alcanede, Rio Maior, Santarém e Fátima. Contudo com as características do Posto de Joaquim Ribeiro Peres não há na região. Sabe-se que o mercado do sector é dominado  por grandes empresas petrolíferas que se localizam principalmente nos centros urbanos e junto a boas vias de comunicação. Por esse motivo a concorrência existente na zona de Valverde não é intensa, o que faz com que o Sr Joaquim Ribeiro Peres seja possuidora de uma boa quota de mercado.

  Actualmente os postos de abastecimento na zona são os seguintes:

 

·       Posto de abastecimento GALP- Santarém

·       Rodrigues Manuel Pires- Terra Fria- Pernes

·       Estação de serviço de Alcanede

·       José Marques Agostinho de Santarém

·       Mãe Luís &Rodrigues -Feiteira- Alcanede

·       Postos de Abastecimento GALP, BP e SHELL na autoestrada Lisboa-Fátima

 

A análise da concorrência, para além do Estudo de mercado, serviu de base a quantificação das vendas a figurar no estudo financeiro. Essa análise baseou-se no perfil da concorrência.

 

  

                                          

                  

 

·       Identificaram-se os objectivos da concorrência para avaliar o grau de satisfação dos consumidores e o modo como vai reagir o mercado a mudanças. Os postos de abastecimento da zona são poucos e de menor capacidade, cujos objectivos são menos ambiciosos do que os de Joaquim Peres.

·       Inventariaram-se os valores que a concorrência defende. Neste caso, excepto os distribuidores de Santarém, e os localizados na autoestrada, não procuram valores superiores(liderança de mercado, liderança tecnológica), mas pretendem obter determinado nível de lucro que viabilize o negócio.

·       A estratégia a seguir por Joaquim Peres, está condicionada pela capacidade que as empresas concorrentes respondem a mudanças no mercado e pela formação e competência dos gestores da concorrência. Os seus principais objectivos passam pelo o aumento das vendas e por conseguinte pela manutenção dos clientes actuais e pelo o aumento da quota de mercado. A estratégia a seguir passa pela ampliação e modernização das instalações com o intuito de fornecer um serviço de melhor qualidade.

 

 

2.2.6 - Compra de produtos, tipo, origem e condições de pagamento

 

Estamos em presença de um Posto de Abastecimento  que comercializa combustíveis e óleos para além de prestar serviços de restauração com o Snack-bar anexo.

Os combustíveis são fornecidos pela Gasolineira Petroibérica com base no contrato celebrado com Joaquim Peres. Por sua vez os óleos, lubrificantes e toda a gama de produtos de limpeza e de conservação de veículos são fornecidos pelas empresas de marca. Os produtos do Snack bar são vendidos por diversos fornecedores da região

 

Os prazos de pagamento aos fornecedores rondam em média os 30 dias.

 

2.2.7- Descrição sumária do ciclo produtivo

 

O Sr.Joaquim Ribeiro exerce o comércio retalhista que depois de se abastecer através da Petroibérica, vende directamente ao público consumidor. A actividade do posto de abastecimento de Joaquim Peres exige a execução de várias tarefas interdependentes  tendo como finalidade principal servir com qualidade o seu utente.

 

 

Esquematicamente temos:

                                                                                     Snack-Bar

                                                                                                  

  

 

 

 

¨         Periodicamente a Petroibérica fornece o Posto de Abastecimento de Joaquim Peres, de combustíveis e de lubrificantes.

¨         As encomendas são feitas no momento em que se atinge o stock de segurança ou periodicamente, tendo em vista o fornecimento de combustível aos clientes habituais: viaturas pesadas das pedreiras e viaturas agrícolas.

¨         O fornecimento da Petroibérica é realizado com base no acordo celebrado com o comerciante Joaquim Peres.

¨         Todos os outros produtos vendidos na Área de Serviço(artigos de limpeza e de conservação para automóveis) são encomendados em quantidades consideradas suficientes para fornecer os clientes habituais e os eventuais. Alguns destes produtos são vendidos por encomenda.

¨         Os produtos vendidos no Snack-Bar são comprados diaria ou semanalmente em supermercados locais ou directamente do produtor de acordo com o tipo de bem.

 

As diversas operações relacionadas com a aquisição, venda de combustíveis e lubrificantes e a consequente prestação de serviços estão centralizadas no comerciante Joaquim Peres que exerce igualmente funções administrativas.

 A sua esposa  está encarregue\ da exploração do Snack-Bar.

 

 

 

3 – CARACTERIZAÇÃO  DO  PROJECTO

3.1- Objectivos e Breve Descrição do Projecto

 

 Os investimentos a realizar com e sem  o presente projecto, constituiem de certa forma a criação de condições ao nível de recursos tecnológicos e humanos, para o desenvolvimento do negócio, dinamizando a área de actuação através de uma maximização das receitas, por contrapartida de um serviço mais rápido e eficaz a oferecer ao mercado.

 

1ªFase - Colocação de novos tanques - Já realizado

Numa primeira fase, Joaquim Peres procedeu ao aumento da capacidade de armazenagem de combustíveis, com a aquisição de novos tanques destinados a guardar o gasóleo agrícola.  

 

2ªFase - Ampliação do Snack-bar - a realizar e incluída no presente projecto

Na  2ª fase, Joaquim Peres vai proceder a alterações nas infraestruturas existentes, nomeadamente no edifício que se encontra anexo às bombas de combustível, por forma a aumentar a área respeitante ao snack-bar em cerca de 50m2.Este aumento da área disponível, vai destinar-se à colocação das montras frigoríficas, de fogões, mesas, cadeiras e outras benfeitorias.

 

3ªFase - Ampliação da estação de serviço - a realizar

Em relação ao equipamento da estação de serviço, vão ser introduzidas novas bombas extractoras, mais rápidas e eficazes. A melhoria destes equipamentos é também acompanhado por uma melhoria nas condições de segurança e higiene com a aquisição de um interceptor de hidrocarbonetos.

 

4ªFase - A instalação de uma bomba GPL - a realizar e incluída no presente projecto

 

5ªFase - Equipamentos de lavagem - a realizar

Paralelamente a todos estas alterações, vai ser igualmente introduzido o sistema de lavagem automática de veículos e limpeza de interiores, colmatando desta forma uma lacuna que se verifica no Posto.         

 

3.2- Instalações e Equipamentos Afectos ao Projecto

 

 Os investimentos a realizar com o presente projecto, contam com as instalações e equipamentos já existentes na Área de Serviço e aqueles a realizar e não incluídos no presente projecto e já referidos no ponto anterior. Os investimentos a realizar com o presente projecto são os seguintes:

 

Ø         Equipamento de Snack-Bar (Armário frigorífico, máquina de lavar pratos,fogão,...)

Ø         Equipamento da estação de serviço(bomba de GPL,...)

Ø         Fornecimento e montagem de pala de cobertura para o Posto de Abastecimento.

Ø         Trabalhos de remodelação das instalações e do pátio do Posto de Serviço

 

 

(Vidé Lista de Investimento em anexo)

 

3.3- Localização

O Posto de Abastecimento fica localizado em Valverde-Alcanede a 30 Km de Santarém. Posto localiza-se no meio de uma área agrícola e junto às pedreiras da serra de Aire em que os seus agentes económicos são os principais clientes do Posto de Abastecimento de Joaquim Peres.

 

 

 

 

 

 


ESF - Gabinete de Estudos e Formação